
Um empresário de Luís Eduardo Magalhães, após percorrer 18 km com o objetivo de descartar lixo no aterro sanitário local, foi barrado por um funcionário da empresa responsável pela administração do aterro. Insatisfeito, ele gravou um vídeo expressando sua revolta e o compartilhou nas redes sociais, gerando discussão na comunidade.

O caso chamou a atenção das autoridades locais. O Secretário Kenny Henke esclareceu a situação, afirmando: “O aterro sanitário é licenciado e possui regras específicas. Não é um local adequado para descarte de materiais recicláveis, como vidros, que o empresário estava tentando descartar. Para isso, temos os Ecopontos na cidade, que são destinados ao recebimento desse tipo de material.”
Henke destacou ainda que o empresário poderia ter utilizado o Ecoponto localizado dentro da cidade, evitando o deslocamento desnecessário. Ele explicou que, antigamente, o lixão era mais acessível, mas também desorganizado. Atualmente, o acesso ao aterro sanitário exige um cadastro de transportadora de resíduos, conforme determina a legislação vigente.
O Secretário também mencionou o programa ReciclaLEM, que atua no município recebendo materiais recicláveis. “Acho que ele foi infeliz na fala dele. Precisamos que a população entenda que estamos dando o suporte necessário com os Ecopontos”, concluiu Henke, reforçando a importância da conscientização da população para o correto descarte de resíduos.
O incidente despertou um debate sobre a necessidade de maior divulgação das regras e locais apropriados para o descarte de resíduos na cidade, visando evitar novos transtornos e promover a sustentabilidade ambiental.
Da redação / Jornal Classe A
Comments